sexta-feira, 6 de maio de 2011

Congresso precisa instalar uma nova CPI do ECAD



A reportagem publicada em O Globo de hoje com troca de emails entre membros de associações que compõe o ECAD, somada à reportagem dando conta de pagamento de direitos autorais impróprios a pessoas quem nunca nem tocou gaita, são mais do que suficientes para que se instale uma CPI do ECAD.
Não seria a primeira.
Em 1995, o Congresso brasileiro realizou uma investigação que no relatório final pede “o fim do ECAD, e de acordo com a Constituição Federal, sugerir a criação de ao menos dois órgãos de arrecadação, a exemplo do que ocorre nos países desenvolvidos”.

É lastimável que a ministra Ana de Holanda tenha posição diferente.
Em entrevista ela disse ser contra subordinar uma entidade como ECAD (segundo ela, uma associação de autores), ao governo. Como se o papel do governo não fosse essa.
Aquele relatório final da CPI solicitou o indiciamento de 79 pessoas por formação de cartel, mais um punhado de outros por crimes de falsidade ideológica e sonegação fiscal.
Disponibilizo o relatório final aqui para que possa ser consultado e analisado por aqueles que têm interesse no assunto. É um documento público e que neste momento ganha importância em decorrência das suspeitas de novos casos passíveis de investigação na instituição.
Para a cultura brasileira, depois de 15 anos, seria interessante que o Congresso realizasse uma nova investigação no ECAD para verificar se as práticas denunciadas naquele relatório se mantiveram ou não.
Para a sociedade essa ação seria fundamental para impedir que interesses públicos sejam privatizados. A troca de emails divulgada pelo O Globo de hoje, onde se fala de uma “amiga” do ECAD no MinC é algo que precisa urgentemente ser investigado.


http://www.revistaforum.com.br/blog/2011/05/03/congresso-precisa-instalar-uma-nova-cpi-do-ecad/

Seleção de Bailarinos para a Cia de Dança UNIFOR‏



Companhia de Dança Unifor seleciona seis bailarinos.

Inscrições abertas A Companhia de Dança Unifor está com inscrições abertas para seleção de novos bailarinos.

Ao todo, são seis vagas para ocupação imediata. Os(as) alunos(as) podem se inscrever até 31 de maio de 2011, pessoalmente na Vice-Reitoria de Extensão portando o currículo artístico e o formulário de inscrição disponível.


O dia da audição será marcado posteriormente e será composto por três fases, cada uma pontuada de 01 a 10, devendo-se alcançar média de 7 pontos para conseguir classificação. Os seis bailarinos com melhor classificação serão selecionados para um período de estágio de dois meses.


Caso não haja adaptação de algum bailarino ao trabalho desenvolvido pela Companhia, o mesmo será desclassificado durante ou ao final do período de estágio.

Benefícios:

Os selecionados recebem de 20% a 40% de desconto nas mensalidades de qualquer curso no período que permanecerem na Companhia.


Requisitos para inscrição:

* Estar cursando entre 20% e 80% de qualquer curso da Unifor;

* Experiência de no mínimo 2 (dois) anos em balé clássico e dança contemporânea ou outros estilos (comprovado por certificado ou declaração anexados ao currículo).

* Disponibilidade de 6h/a semanais para ensaio;

* Disponibilidade para apresentações pré-agendadas.


Critérios de Seleção:

* Postura e presença cênica;

* Habilidades técnicas em balé clássico e dança contemporânea;

* Criação e interpretação.


Audição:

* Barra e diagonal clássica;

* Centro com sequência coreográfica em dança contemporânea;

* Apresentação de uma sequência coreográfica de criação própria com duração máxima de 03 minutos.


SERVIÇO

Audição para Bailarinos 2011

Inscrições: 05 de abril a 02 de maio de 2011

Horário: 8h às 12h e 14h às 18h

Local: Vice-Reitoria de Extensão e Comunidade Universitária


Mais informações: 3477-3311


FICHA DE INSCRIÇÃO

Isabel Botelho

"Somos o que fazemos, mas somos principalmente o que fazemos para mudar o que somos!"

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Casa de Teatro da Dona Zefinha.‏



Dona Zefinha de Itapipoca

Teve trovão e relâmpago antes da hora de começar o evento de inauguração da Casa de Teatro Dona Zefinha, na noite do sábado passado (30/04) em Itapipoca. A chuva fez todo mundo andar com calma pelas ruas cheias de água corrente. Dos postes as luzes se lançavam ao aguaceiro em um refrescante farfalhar de brilho e negrume. Mas, como se estivesse tudo combinado, as nuvens deram uma trégua bem na hora da festa.

Quem, como eu e a minha família, chegava ao bairro do Jenipapo pelo calçamento da rua Francisco dos Santos Braga, via logo uma tabuleta que identificava na casa verde de número 321 a novidade cultural da cidade. Na parede da sala, uma galeria de cartazes de shows da banda, realizados no Ceará, no Brasil e em vários países do mundo. Tudo muito simpático, muito caprichado e consistente.

No segundo compartimento, uma luz amarela destacava na parece verde uma compilação de páginas de jornais, com matérias de cobertura dos feitos e efeitos do grupo, onde se lia em letras vazadas na tarja ao centro: “Dona Zefinha – 20 anos de teatro, música e outras invenções (1991 – 2011)”. Logo ao lado, uma luminária de boneco gigante, um estandarte com a programação das atividades do mês e o início da exposição fotográfica com a trajetória da companhia resumida em dez espetáculos montados nessas duas décadas.

Um texto do ator e diretor teatral Fernando Piancó sintetiza o clique dos fotógrafos: “... No começo eram apresentações de teatro de rua, onde os folguedos eram a tônica dominante do grupo. Por desejo e necessidade do próprio trabalho, os componentes da Trupe Metamorfose começaram a pesquisar, estudar e experimentar instrumentos populares como a rabeca, a zabumba, o pandeiro, os pífanos, entre outros. Daí criaram a Dona Zefinha, que além de performance cênica no palco, produz uma bela fusão de sons e ritmos... com letras inteligentes, narrativas instigantes”.

A Casa é uma casa típica do interior: sala de chegada, quarto da frente, sala de estar, corredor comprido, ladeando quartos, e cozinha. No primeiro quarto está sendo montado o estúdio de ensaios com revestimento acústico e, ao lado, fica o alpendre, que passou a fazer as vezes de auditório. A decoração de interior, feita pela Joélia Braga, traduz em leve e aconchegante relação estética e funcional o espírito da Casa. De uma lado do corredor, a sequência de imagens, do outro, arranjos de máscaras e lâmpadas. E no teto, uma estampada chita em cores vivas da cultura popular.

Além da sala de música (estúdio), pode-se ver porta a porta o ateliê de criação e restauro de figurinos e adereços, espaços de pesquisa, produção e um quarto com beliche e cama para o que eles chamam de hospedagem solidária. Esse cantinho para alojar visitantes, pesquisadores, parceiros e convidados para participar das atividades da Casa de Teatro Dona Zefinha é bem característico do estado de cumplicidade com que o grupo, liderado pelo multiartista Orlângelo Leal, pretende conduzir seu engenho de invenções musicais e cênicas.

Na área da cozinha, um projetor mostrava fotos e vídeos dos espetáculos da banda, sob a vigília da estatueta do Padre Cícero em cima da geladeira. Fiquei muito contente de ver artisticamente grafitada na parede final uma frase minha, retirada do encarte do CD “Zefinha vai à feira” (2007): “O que existe em certas coisas que mexem com a gente? Por que contemplamos algumas e por que viramos o rosto para outras? Somos as nossas interrogações”. Parei para pensar novamente sobre isso, a partir do que estava sentindo naquele momento festivo.

O que a fixação da Dona Zefinha naquele espaço pode significar como testemunho da universalidade do trabalho do grupo? Quanto de recuperação do tecido social comunitário pode ser atribuído a um projeto como esse? Como essa decisão do grupo de plasmar a vida entre a beleza e as necessidades cotidianas será observada pelo povo de Itapipoca? Até onde os parâmetros sociais, ainda sob forte efeito da massificação, abrem espaço para o desenvolvimento da arte como expressão da subjetivação das pessoas e dos conceitos? Estará nesse tipo de projeto alguma perspectiva de caminho para a subjetividade como condição essencial ao viver autônomo, integrado e criativo?

A Casa da Dona Zefinha integra um sistema de referências de motivações, atividades e comportamento, que pode estar sendo fomentado pela viabilidade financeira proporcionada pelo Edital de Incentivo as Artes, da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult). Com meios para o diálogo entre conhecimento e prática, com usos em forma de compartilhamento do pensar e do agir e com linguagens cênicas e musicais seu funcionamento certamente se converterá em uma sempre renovada produção de conteúdos e de aproximação dos elos culturais existentes à medida que cria uma zona de iluminação de gente com rosto, com valor e com direito à cultura.

Em sua disposição reconstrutiva da vida orgânica, a Dona Zefinha mostra seu jeito agregador de interferência no cotidiano estendendo seu equipamento de invenção cultural a parcerias com outros grupos e iniciativas. De saída, essa troca está acontecendo com a Orquestra Unisol, regida pelo trompetista e violinista Samuel Furtado, com a companhia de dança Balé Baião, com o Núcleo de Artes Cênicas (Nace) da Facedi/Uece e com a Associação dos Amigos da Arte de Guaramiranga (Agua).

Uma característica, que é ao mesmo tempo atributo e virtude na Dona Zefinha, é o fato de ela ser formada a partir de um grupo familiar coeso, talentoso e animado. O Orlângelo, o Ângelo Márcio e o Paulo Orlando são irmãos e a Joélia é casada com o Orlângelo. Mas a força afetuosa dessa característica envolve e compromete os pais, as mães, os tios e as tias deles, sem contar com os irmãos colaços, integrantes diretos e indiretos da trupe e da banda. É uma maravilha. Na montagem da Casa e para a festa de inauguração eles contaram com as habilidades e o empenho da Angelita, Gilberto, Luciano Cacau, Maninho, Mazé, Olga, Orlando Cacheado, Samuel, Tamily, Thais e Vanildo. Isso desde o serviço de carpintaria até a preparação dos comes e bebes.

A atração da noite de inauguração foi o “Jazzeira Trio”, formado por Wagner Ferreira (baixo), Marcelino Ferreira (guitarra) e Rafael Teixeira (bateria), todos ex-alunos da escola de música de Guaramiranga. Eles foram os primeiros hóspedes da estalagem solidária da Casa de Teatro Dona Zefinha. E como é regra da Casa para quem for se hospedar por lá, na parte da manhã eles ofereceram à comunidade uma oficina de “improvisação e prática de conjunto”, cujos participantes tiveram a oportunidade de fazer dobradinha com a Jazzeira em uma das músicas executadas à noite no alpendre.

O evento foi transmitido em tempo real pela internet. Francisco Constantino, monitor do Centro de Informática da Escola de Comunicação da Serra (Projeto Ecos), cuidou de colocar tudo no ar, mas também compartilhou, com os itapipoquenses que desejaram, um pouco do seu conhecimento de manipulação de softwares de áudio e vídeo e sobre montagem de equipamentos de transmissão.

Com suas atividades de ensaios e de produção comercial acessíveis à vida comunitária e com programações voltadas para a troca de ideias e leituras dramáticas, a Casa de Teatro da Dona Zefinha inverte a lógica das objetivações, que costumam tomar o outro como objeto. Que o digam as crianças que ficaram com a Gisa, mulher do Márcio, contando divertidas histórias no chão da sala.

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Ministra na berlinda



No Congresso, no PT e entre os ativistas, crescem boatos sobre sua queda iminente
04 de maio de 2011 0h 00
Jotabê Medeiros - O Estado de S.Paulo

Cresce a possibilidade concreta de a presidente Dilma Rousseff trocar a chefia do Ministério da Cultura. Após 5 meses à frente da pasta, a ministra Ana de Hollanda dá sinais de esgotamento e isolamento - e fontes do governo dizem que a presidente está incomodada com a "paralisia" no setor cultural. No Congresso Nacional, os deputados da base de apoio ao governo já pressionam fortemente para que seja tomada uma decisão que destrave o MinC - falando abertamente na demissão da ministra.

"Uma pessoa não pode continuar no Ministério da Cultura para barrar uma política que já foi aprovada nas urnas. É isso que está em jogo. Se não existisse uma política construída, poderíamos ter um grau de tolerância maior (em relação à ministra), mas se ela achar que não pode conduzir essa política, deve ser substituída. Senão, pode acabar respingando na presidenta", disse o deputado José Nazareno Cardeal Fonteles, do PT do Piauí.

Fonteles assinou o manifesto que circula na internet, subscrito até ontem por mais de 2 mil pessoas, e que pede mudança urgente nos rumos do MinC. Nazareno integra a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados. Ontem, o deputado Alexandre Molon (PT-RJ) pediu uma audiência na Comissão de Educação e Cultura da Câmara para discutir as relações entre o MinC e o Ecad.

Os rumores sobre a queda de Ana de Hollanda tiveram o volume aumentado após revelações, pelo Estado e pelo jornal O Globo, de fraudes no Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais (Ecad). A ministra manifestou-se abertamente, repetidas vezes, contra a fiscalização no órgão. O Globo chegou a divulgar emails de dirigentes do Ecad que se referem a uma certa "amiga do Ecad" no MinC.

Em Brasília, dois nomes já foram até cogitados publicamente para substituir Ana de Hollanda. Ambos são seus secretários: Marta Porto e Sérgio Mamberti. O primeiro surgiu no blog do jornalista Renato Rovai, que tem relações próximas no PT e edita a revista Forum. "Uma parte do setor petista que está no Ministério da Cultura tem conversado sobre o nome de Marta Porto, atual secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, para substituir a atual ministra Ana de Holanda", escreveu Rovai.

"Este blogue conversou com diferentes pessoas que foram consultadas sobre o que achavam da substituição. A articulação passa pela sala do presidente da Funarte, Antonio Grassi, que teria se convencido de que não está valendo à pena sustentar Ana de Holanda no cargo. Grassi, um dos principais articuladores do nome de Ana, discordou dela quando da retirada do Creative Commons do site do MinC, mas não levou o debate a público", finaliza o texto.

A contrariedade com a ministra também chegou ao Senado. Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) diz que já há elementos suficientes para pedir uma CPI "sobre as relações do Ministério da Cultura com o Ecad", o que ele pretende fazer nos próximos dias. O senador Rodrigues pensa em inquirir a ministra sobre recente sabatina a que ela foi submetida no Congresso, na qual ela teria dito: "Vocês acham que a Dilma nomearia uma ministra com relações com o Ecad?" A se confirmar o conteúdo nos emails trocados entre dirigentes do Ecad, a ministra poderia ter mentido no plenário sobre suas relações com o órgão. "A gente parte do pressuposto de que o que é dito por um ministro de Estado é a verdade, mas o que ela disse não está combinando com os fatos que estão surgindo", afirmou.

Nota do MinC, ontem, dizia o seguinte: "Nessa reta de finalização do anteprojeto que atualiza a Lei de Direitos Autorais, é papel do MinC ter interlocução com todos os segmentos envolvidos no tema. Isso não significa, de maneira alguma, dar abertura para quaisquer tratativas que não as estritamente permitidas e recomendadas pela ética".

O ator José de Abreu, que manteve uma postura ponderada até alguns dias atrás, dizendo torcer pelo sucesso de Ana de Hollanda e de uma agenda positiva, já aderiu também ao movimento pela substituição da ministra. "Conversei com companheiros da base aliada. Parlamentares, membros dos partidos, ministros e ex-ministros. Refleti e cheguei a uma conclusão", disse o ator. "Na semana passada comuniquei à ministra que retirava meu apoio." Segundo Abreu, a Carta Aberta à Presidente Dilma já deveria ter circulado há dois meses, mas ele próprio pediu paciência aos militantes para segurar o documento.

Consultadas, fontes oficiais do MinC dizem considerar tudo uma boataria, plantada por interesses alheios ao debate que se trava no MinC neste momento. Mas os atos da ministra têm provocado reações imediatas. Nota do ministério desmentindo qualquer vinculação da pasta com o Ecad, ontem, indiretamente acusava a gestão anterior, de Juca Ferreira e Gilberto Gil, de não ter feito o debate sobre o direito autoral de forma transparente e democrática. Com isso, a grita contra Ana só fez crescer no Twitter.

PARA ENTENDER

1. Creative Commons
Em 21/1, Estado noticia retirada de selo de entidade de licença autoral, Creative Commons, considerado "propaganda" pelo MinC. Ativistas protestam.

2. Mudança
Em 1/3, Estado e O Globo noticiam demissão do diretor de Direitos Intelectuais do MinC.

3. Emir Sader
Três dias depois, ministra, chamada de "meio autista" na Folha de S.Paulo pelo sociólogo que pretendia nomear para a Fundação Casa de Ruy Barbosa, cancela nomeação.

Semana de Educação Musical da UFC 2011‏



A VI SEMU - Semana de Educação Musical da UFC acontecerá no período de 23 a 27 de maio de 2011.
Como forma de garantir uma maior participação dos interessados no evento, a organização da VI SEMU montou uma programação que acontecerá, concomitantemente, em Crato (região sul do estado do Ceará) e em Fortaleza.
A programação de Fortaleza encontra-se no endereço http://semuufc.blogspot.com/
Local de realização da VI SEMU:




Auditório da Pro-Reitoria de Graduação - UFC Campus do PICI
Curso de Música - Rua Dr. Abdenago, s/n - UFC Campus do PICI
Realização
Curso de Música - Licenciatura
Centro Acadêmico Izaíra Silvino
PET Música
Coordenação Geral: Prof. Dr. Pedro Rogério
Apoio
Secretária de Educação do Estado do Ceará - SEDUC
Parcerias
Pró-Reitoria de Graduação
Curso de Música - Campus Cariri

Curso de Música - Campus Sobral
A programação do Cariri encontra-se no endereço http://visemuufc.blogspot.com/

Projeto Música em Pauta no Centro Dragão do Mar‏



Projeto Música em Pauta



O Projeto Música em Pauta propõe viabilizar ações em arte e cultura no Centro Dragão do Mar, por meio de workshops, palestras, bate papos e oficinas, no segmento da arte musical, oferecendo uma programação com qualidade, sem ônus para a comunidade, propondo parcerias entre o Instituto de Arte e Cultura do Ceará-IACC e a produção local e nacional, permitindo democratizar e difundir o acesso a informação.

O projeto nasce da determinação do IACC em priorizar a formação nas diversas linguagens artísticas, objetivando proporcionar o intercâmbio de experiências, fomentar o aprendizado e o aperfeiçoamento entre os diversos atores envolvidos.

Propomos ainda descentralizar as ações do Projeto Música em Pauta para além do Centro Dragão do Mar, levando a proposta para o Centro Cultural Bom Jardim, equipamento gerido pelo IACC, localizado no Grande Bom Jardim, bairro de menor IDH do município de Fortaleza e com um crescente número de apreciadores de música independente.

As ações do projeto darão início no mês de maio/2011, com um bate papo com os componentes da Banda Dead Fish (ES), a ser realizado no dia 08, às 16h, no Espaço Mix do Centro Dragão do Mar. No dia 27, às 18h, o Centro Dragão do Mar recebe o grupo Carlos Malta Quarteto (RJ) no Auditório, dentro da proposta de Workshop. Para participar das programações, os interessados deverão realizar sua inscrição no site www.dragaodomar.org.br

Serviço:

Bate Papo com a Banda Dead Fish (ES)
Dia 08 de maio, às 16h, no Espaço Mix - vagas limitadas
Workshop com Carlos Malta Quarteto (RJ)
Dia 26 de maio, às 18h, no Auditório - 100 vagas


Abraço,


Jean Nascimento
Gerente de Produção Cultural
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
85 - 3488-8612 / 3488-8608
jean@dragaodomar.org.br

Audiência Pública / ISS Artistas‏



COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CULTURA, DSPORTO e LAZER


Aos
ARTISTAS e TÉCNICOS em ESPETÁCULOS do ESTADO DO CEARÁ


CONVITE

Vimos convidá-los para audiência pública que apresentará o Projeto de Lei Complementar que trata da Isenção de ISSQN para artistas locais, amadores ou profissionais, assim como espetáculos musicais, teatrais, circenses, humorísticos, de dança e folclóricos, realizados no município de Fortaleza.

Essa audiência realizar-se-á em 17 de Maio de 2011, às 14h30, no auditório da Câmara Municipal de Fortaleza.

O Projeto de Indicação aqui apresentado é o resultado da articulação deste mandato com o coletivo dos trabalhadores e artistas das diversas linguagens artísticas que atuam no município de Fortaleza e que lutam por melhores condições de trabalho.

O objetivo de nosso projeto é atuar sobre a produção e difusão, ao tempo em que ampliará o acesso da comunidade a um número maior de manifestações.

Nossa inspiração vem do profundo respeito e admiração que temos por esta classe formada por artistas que são, também, trabalhadores de nosso país.

Certo de contar com a presença de todos, solicitamos sua colaboração no sentido de divulgar o convite para esta audiência. Lembramos que o instrumento da audiência pública serve ao propósito democrático de criar um espaço para conhecimento, discussão e possíveis alterações aos projetos em trâmite nesta Casa Legislativa, razão pela qual a presença de cada artista, cada entidade, torna-se muito importante.

Atenciosamente,

_________________________
Ver. Guilherme Sampaio - PT
Contato:
Assessoria de Cultura - Suzana Costa
Fone: (85) 8736.3696